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Resultado da busca pela categoria "economia"

Orçamento aprovado no Congresso prevê salário mínimo menor que o esperado

Sábado | 16.12.2017 | 11h00


O Orçamento de 2018, aprovado na última quarta-feira (13) pelo Congresso Nacional prevê um salário mínimo de R$ 965 para o próximo ano. O valor é menor do que o previsto inicialmente pelo governo na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), de R$ 969. Segundo informações do jornal O Globo, a redução se deve a previsão menor para a inflação deste ano. O salário é estimado com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do exercício anterior e no Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. Mesmo com a queda em comparação com a LDO, o salário mínimo de 2018 terá um aumento de R$ 28 em relação à remuneração atual.

IBGE: 50 milhões de brasileiros vivem na linha de pobreza

Sexta | 15.12.2017 | 18h00
Autor: Por Agência Brasil


Cerca de 50 milhões de brasileiros, o equivalente a 25,4% da população, vivem na linha de pobreza e têm renda familiar equivalente a R$ 387,07 – ou US$ 5,5 por dia, valor adotado pelo Banco Mundial para definir se uma pessoa é pobre. Os dados foram divulgados hoje (15), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e fazem parte da pesquisa Síntese de Indicadores Sociais 2017 – SIS 2017. Ela indica, ainda, que o maior índice de pobreza se dá na Região Nordeste do país, onde 43,5% da população se enquadram nessa situação e, a menor, no Sul: 12,3%. A situação é ainda mais grave se levadas em conta as estatísticas do IBGE envolvendo crianças de 0 a 14 anos de idade. No país, 42% das crianças nesta faixa etária se enquadram nestas condições e sobrevivem com apenas US$ 5,5 por dia. A pesquisa de indicadores sociais revela uma realidade: o Brasil é um país profundamente desigual e a desigualdade gritante se dá em todos os níveis. Seja por diferentes regiões do país, por gênero - as mulheres ganham, em geral, bem menos que os homens mesmo exercendo as mesmas funções -, por raça e cor: os trabalhadores pretos ou pardos respondem pelo maior número de desempregados, têm menor escolaridade, ganham menos, moram mal e começam a trabalhar bem mais cedo exatamente por ter menor nível de escolaridade. Um país onde a renda per capita dos 20% que ganham mais, cerca de R$ 4,5 mil, chega a ser mais de 18 vezes que o rendimento médio dos que ganham menos e com menores rendimentos por pessoa – cerca de R$ 243. No Brasil, em 2016, a renda total apropriada pelos 10% com mais rendimentos (R$ 6,551 mil) era 3,4 vezes maior que o total de renda apropriado pelos 40% (R$ 401) com menos rendimentos, embora a relação variasse dependendo do estado. Entre as pessoas com os 10% menores rendimentos do país, a parcela da população de pretos ou pardos chega a 78,5%, contra 20,8% de brancos. No outro extremo, dos 10% com maiores rendimentos, pretos ou pardos respondiam por apenas 24,8%. A maior diferença estava no Sudeste, onde os pretos ou pardos representavam 46,4% da população com rendimentos, mas sua participação entre os 10% com mais rendimentos era de 16,4%, uma diferença de 30 pontos percentuais.

RMS e Extremo Oeste têm 80% de 20 municípios mais ricos da Bahia, aponta IBGE

Sexta | 15.12.2017 | 13h00


Dos 20 municípios baianos mais ricos, 80% deles se situam em duas regiões distantes uma da outra. Nove estão na Região Metropolitana de Salvador (RMS) e sete no extremo oeste. Atividades industriais e petróleo na RMS e o agronegócio no oeste são as principais fontes da riqueza acumulada nesses locais. Quem puxa a fila dos mais abastados é São Francisco do Conde, na RMS, que apresentou PIB [Produto Interno Bruto] de R$ 219.845,83. Em segundo, aparece São Desidério, no extremo oeste, com PIB médio de R$ 83.234,58. Já em terceiro, Camaraçi, também na RMS, registrou PIB médio de R$ 71.012,33. A renda média é a divisão de tudo que foi produzido no município, entre bens e serviços, em um período. No caso aqui, válido em 2015, último ano apurado pela Pesquisa Produto Interno Bruto dos Municípios 2015. A média também não se traduz em divisão igualitária de renda, o que revela situações de pobreza nessas regiões. Após as três mais ricas listadas acima, a lista das duas regiões tem ainda: Formosa do Rio Preto, na 5ª posição, com PIB médio de R$ 63.256, 70; Luís Eduardo Magalhães, na 6ª, com R$ 55.074, 20; Dias D´Ávila, na 9ª, com R$ 42.670,66; Correntina, na 11ª, com R$ 39.034; Jaborandi, 12ª, com R$ 38.362,32; Candeias, na 13ª, com R$ 38.121,89; Simões Filho, na 14ª, com R$ 34.293,63; Riachão das Neves, na 16ª, com R$ 31.449, 12; Lauro de Freitas, na 17ª, com R4 29.516, 68; Pojuca, na 18ª, com R$ 25.494,19; Madre de Deus, na 19ª, com R$ 24.350, 15 e Barreiras, na 20ª, com R$ 24.145,84. Fora da RMS e do Extremo Oeste, aparecem cinco cidades; Cairu, no Baixo Sul, com PIB médio de R4 67.787,99, na 4ª posição; Conceição do Jacuípe, na região de Feira de Santana, na 7ª posição, com R$ 50.855,82; Mucuri, no extremo sul, na 8ª, com R$ 48.612; Itapebi, na 10ª, com R$ 40.980 e Mucugê, na 15ª, com R$ 33.203,24.

Fundeb terá complemento de R$ 1,5 bilhão no orçamento; recurso beneficiará 11 estados

Sexta | 15.12.2017 | 08h22


O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) terá complemento de R$ 1,5 bilhão para estados que não alcançam o valor mínimo nacional por aluno com a própria arrecadação. De acordo com a Agência Brasil, o recurso foi aprovado pelo Congresso Nacional durante a votação do Orçamento de 2018 e o aporte só foi possível porque a Emenda Constitucional 95 excluiu os recursos do Fundeb do teto de gastos. Na prática, o complemento beneficia estados como Maranhão, Minas Gerais, Pará, Bahia, Ceará, Piauí, Alagoas, Amazonas, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba. O orçamento total de 2018 do Fundeb é de R$ 89 bilhões, R$ 3,1 milhões a mais do que o governo previa.  O complemento para os estados que não conseguem arrecadar o valor mínimo por aluno foi comemorado por participantes do Movimento Todos pela Educação. "A superação dos desafios de natureza socioeconômica exige um conjunto maior de esforços da política pública que, muitas vezes, só se viabiliza com um aporte adequado de recursos. E no Brasil, temos em grande medida um cenário em que as regiões de maior vulnerabilidade socioeconômica têm a sua disposição menos recursos do que aquelas com contextos menos desafiadores”, declarou a entidade.

CNI vê a economia em crescimento moderado e estima PIB de 1,1% este ano

Quinta | 14.12.2017 | 19h00
Autor: Por Agência Brasil


A economia brasileira retoma o crescimento, mas em ritmo moderado, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). A estimativa é de um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todas as riquezas produzidas pelo país), em 2017, de 1,1% e uma inflação de 2,9%. A expansão da indústria fechará o ano em 0,2%, após três anos de queda, quando acumulou uma retração de 10,9%. As projeções estão na edição especial do Informe Conjuntural - Economia Brasileira, com um balanço do desempenho da indústria e da economia brasileira em 2017 e previsões para 2018, divulgado hoje (14). A estimativa de crescimento do PIB para este ano aumentou. O informe anterior, de outubro, previa um crescimento de 0,7%. A CNI reduziu, no entanto, a estimativa de crescimento da indústria, que era de 0,8% para 0,2%. O estudo aponta para a necessidade da retomada do investimento no país, tido pela CNI como fundamental para o novo ciclo de crescimento. A estimativa é que o investimento fechará 2017 com retração de 2,1%, a quarta queda anual consecutiva. “A continuidade desse crescimento observado, para continuar em 2018, depende da retomada do investimento”, disse o gerente executivo de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco, que defende que esse investimento deve vir principalmente do setor privado. “O setor público não tem capacidade para arcar com aumento significativo e necessário para alavancar esse investimento”.

Salvador sobe três posições e se torna o 9º PIB do Brasil

Quinta | 14.12.2017 | 18h00


(Foto: Arquivo Pessoal)

Entre os anos de 2014 e 2015, Salvador subiu três posições no ranking nacional e passou de 12º a 9º maior PIB (Produto Interno Bruto) municipal do país, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  Em 2014, a economia soteropolitana somava, em valores correntes, R$ 56,6 bilhões, passando a R$ 57,9 bilhões no ano seguinte e superando Fortaleza, Campinas (SP) e Campos de Goytacazes (RJ). Ainda assim, ao longo do tempo, a capital baiana teve uma leve variação negativa na sua participação no PIB brasileiro, de 1,01% em 2005 para 0,97% dez anos depois. Em 2015, o PIB soteropolitano era menos de 1/10 do PIB de São Paulo, o maior do país (R$ 650,5 bilhões), que representava 10,85% do PIB brasileiro.Salvador tem também o maior PIB do Nordeste, respondendo por 6,82% da economia da região, numa posição bem próxima à de de Fortaleza (R$ 57,246 bilhões ou 6,75% do PIB nordestino). Bahia e Pernambuco são os estados nordestinos com mais municípios entre os 30 maiores PIBs da região: 8 cada um. Por outro lado, a Bahia não tem nenhum município entre os 30 menores PIB do Nordeste, ranking que é dominado por cidades de Piauí, Paraíba e Rio Grande do Norte. 

Nove municípios concentram metade do PIB baiano

Em 2015, agregando-se o PIB de apenas 9 municípios baianos (2,2% dos 417), chegava-se à metade (50,21%) do PIB do estado como um todo, estimado em R$ 245,024 bilhões naquele ano. No outro extremo, com 50 municípios (cerca de 12,0% do total) se chegava a cerca de 1,0% do PIB do estado (1,08%). Além de ser concentrado, não houve, entre 2010 e 2015, alteração significativa na distribuição do PIB da Bahia pelos municípios do estado. Em todo os anos desta série, Salvador aparece como a maior economia, sempre bem afastada do segundo colocado, Camaçari (com PIB estimado em R$ 20,4 bilhões em 2015), que tem cerca de 1/3 da contribuição da capital, e de Feira de Santana, que, com um PIB de cerca de R$ 12 bilhões em 2015, ocupa a terceira posição em todos os anos da série. No outro extremo, três municípios se revezam entre os menores PIB do estado: Ibiquera (com o menor PIB da Bahia em 2015, R$ 26,9 milhões), Dom Macedo Costa (com PIB de R$ 29,4 milhões em 2015) e Lafaiete Coutinho (R$ 34,5 milhões).

FGTS poderá ser usado até 2018 para quitar dívidas de financiamento imobiliário

Quinta | 14.12.2017 | 17h00


A Caixa Econômica Federal ampliou para dezembro de 2018, o prazo final para que trabalhadores em dívida com financiamentos imobiliários feitos por meio do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) possam utilizar o saldo de suas contas vinculadas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para pagar até 12 prestações devidas. Segundo o banco, essa é a quantidade máxima de parcelas em atraso que poderão ser compensadas com a utilização desses recursos. A regra permite ao mutuário pagar 80% da prestação. A quantidade de parcelas que podem ser regularizadas — que antes era limitada a três prestações — foi ampliada para 12 em fevereiro deste ano, pelo Conselho Curador do FGTS. Mas o prazo previsto para quitar esse número maior de parcelas terminaria em dezembro deste ano. O prazo, porém, foi ampliado agora. Para o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Rio (Sinduscon-Rio), Roberto Kauffmann, a medida é importante para que o setor imobiliário se mantenha em ritmo de recuperação: — Essa medida é importante porque mostra que as pessoas que adquiriram imóveis, ou venham a adquirir, tenham maior segurança no pagamento, apesar da crise. A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) também vê na ampliação do prazo uma boa oportunidade para diminuir a inadimplência. — A prorrogação do prazo para usar o FGTS dá mais tempo para que mutuários que estejam inadimplentes resolvam a questão. Assim, ele deixa de ficar inadimplente, evita perder o imóvel, e é bom para economia, pois a inadimplência gera prejuízos em potencial para o financiador e para toda a economia — destacou o diretor executivo da Abecip, Filipe Pontual.

Petrobras eleva preço da gasolina em 2,5% no quarto aumento seguido do combustível

Quinta | 14.12.2017 | 13h00


A Petrobras anunciou na noite da última quarta-feira (13) um novo reajuste para os combustíveis, com aumento de 2,5% no preço da gasolina nas refinarias e um corte de 0,1% no valor do diesel. Esta é a quarta vez seguida que a empresa eleva a gasolina. Os novos preços valem a partir de meia-noite desta quinta-feira (14). A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores. Em vez de esperar um mês para ajustar seus preços, a Petrobras agora avalia todas as condições do mercado para se adaptar, o que pode acontecer diariamente. Além da concorrência, na decisão de revisão de preços, pesam as informações sobre o câmbio e as cotações internacionais.

Congresso aprova Orçamento de 2018 com deficit menor e salário mínimo de R$ 965

Quinta | 14.12.2017 | 11h00
Autor: Agência Câmara Notícias


O Congresso Nacional aprovou nesta quarta-feira (13) a proposta orçamentária de 2018 (PLN 20/17), a primeira sob a Emenda Constitucional 95, que instituiu um teto para os gastos públicos. O projeto que vai para sanção presidencial prevê um deficit primário de R$ 157 bilhões para o governo federal no próximo ano. O número é um pouco menor do que os R$ 159 bilhões determinados pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO, Lei 13.473/17) como meta fiscal para o próximo ano. Ou seja, pelo texto aprovado, o saldo negativo das contas públicas será um pouco inferior ao previsto inicialmente, gerando menos dívida para o governo. Para 2017, a meta também é de R$ 159 bilhões. A redução de R$ 2 bilhões é explicada pelo aumento da estimativa da receita primária, que alcançou R$ 4,9 bilhões conforme relatório de receita aprovado pela Comissão de Orçamento. Como o orçamento federal possui teto de gastos, não foi possível aproveitar toda a receita extra para elevar as despesas. Assim, a receita subiu e a despesa sujeita ao teto manteve-se praticamente igual, reduzindo o deficit primário. “Esse número é reflexo da nossa responsabilidade no relatório. Não consegui atender todas as demandas, mas procurei ser o mais responsável possível”, disse o relator-geral da proposta orçamentária, deputado Cacá Leão (PP-BA). Ele afirmou que o parecer aprovado, como o primeiro sob o regime de teto de gastos, poderá servir de exemplo aos próximos, principalmente pela dificuldade de encontrar recursos para atender todos que o procuraram, de parlamentares a representantes de entidades civis e órgãos públicos. “A minha margem de manobra foi praticamente nula. Não tive condição de atender nenhum pleito na totalidade”, disse Leão, que ficou reunido até o final da noite de terça-feira (12) com parlamentares, discutindo mudanças no relatório final. Apesar da pequena melhora no deficit primário, o número só será atingido se forem aprovadas as propostas do governo que elevam a arrecadação e reduzem as despesas em 2018. Entre elas estão a ampliação da alíquota previdenciária dos servidores públicos (Medida Provisória 805/17), o aumento do imposto de renda sobre fundos de investimentos fechados (MP 806/17) e o fim da desoneração da folha de pagamento (Projeto de Lei 8456/17). Somente essas três medidas representam uma receita de R$ 14 bilhões.

Inflação dos mais pobres ficou menor em novembro, segundo o Ipea

Terça | 12.12.2017 | 19h00


O Indicador Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) de Inflação por Faixa de Renda indicou de 0,34% para as famílias de faixa salarial superior (maior do que R$ 9 mil) e apenas 0,07% para as famílias de menor renda (menos de R$ 900). A diferença na alta entre os dois grupos foi de 0,27 ponto percentual. Os dados divulgados hoje (12) pelo Ipea indicam, que no ano, a inflação dos mais pobres acumula uma alta de 1,8%, também inferior à registrada pela classe de renda mais alta, cuja elevação foi de 3,2%. Para a técnica de planejamento e pesquisa do Ipea, Maria Andréia Parente Lameiras, a menor alta para a população situada na faixa de renda mais baixa decorre principalmente da desaceleração dos preços dos alimentos em consequência da safra recorde registrada pelo país ao longo do ano. “De fato, a significativa desaceleração no preço dos alimentos ao longo do ano se constitui no principal foco de alívio inflacionário em 2017, especialmente para as classes de menor poder aquisitivo”, afirmou Maria Andréia. "Os alimentos são o item com maior peso nos gastos totais das famílias mais pobres e a deflação dos alimentos contribuiu para diminuir em 0,16 ponto percentual a inflação dos mais pobres, ao passo que, para a classe mais alta, a ajuda foi de 0,05 ponto percentual", completou. Segundo o Ipea, também os transportes também influenciaram a redução na inflação, embora “em menor intensidade”, com a queda de 0,6% nas tarifas dos ônibus urbanos e de 1,6% na dos interestaduais, “itens de grande peso na inflação dos mais pobres”. Em contrapartida, nas classes mais ricas, para as quais o gasto com combustíveis é bem maior, a alta de 2,9% no preço da gasolina fez com que a contribuição do grupo transportes fosse positiva. Já as tarifas de energia elétrica e do gás de botijão tiveram alta de 4,2% e e de 1,6%  respectivamente, impactando as famílias de menor poder aquisitivo. Os dois reajustes impactaram em aumento de 0,29 ponto percentual na inflação dos mais pobres em novembro; mas de apenas 0,11 pontos percentuais na dos mais ricos. Nos últimos meses, foi constatada a desaceleração da inflação de modo significativo em todas as faixas de renda. O indicador apresenta dados desagregados por grupos, para cada faixa de renda: alimentação, habitação, artigos de residência, vestuário, transportes, saúde e cuidados pessoais, despesas pessoais, educação e comunicação. Ele é calculado com base nas variações de preços de bens e serviços pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Receita destrói 3,4 mil toneladas de mercadorias apreendidas

Terça | 12.12.2017 | 18h00


A Receita Federal vai destruir ao longo desta semana mais de 3,4 mil toneladas de mercadorias apreendidas. O total corresponde a R$ 578 milhões em autuações fiscais. Em 58 unidades do órgão, estão sendo destruídos no 20º Mutirão Nacional de Destruição de Mercadorias Apreendidas produtos falsificados ou que não atendem às normas de vigilância sanitária e de defesa agropecuária. De acordo com a Receita, a maior parte dos resíduos será reciclada. Entre os produtos destruídos estão Ds e DVD's piratas, cigarros, bebidas, cosméticos, medicamentos e alimentos impróprios para consumo ou utilização, produtos falsificados (vestuário, brinquedos, pilhas, isqueiros, relógios, agrotóxicos). A Receita lembra que destruição é uma das modalidades de destinação de mercadorias apreendidas previstas no Decreto-Lei nº 1.455/1976. Segundo o órgão, todo o procedimento de destruição está sistematizado na Portaria RFB nº 3.010/2011, e deve, sempre que possível, ser feito de forma a resultar em resíduos cuja reciclagem seja economicamente viável. “Esses resíduos podem ser destinados mediante leilão, incorporação a órgãos públicos ou doação a entidades beneficentes, mediante assinatura de termo de compromisso de que será utilizado em consonância com as normas ambientais”, diz a Receita. Em 2013, com a publicação da Portaria RFB nº 1.443/2013, foi regulamentado o leilão de resíduos de mercadorias apreendidas antes de sua efetiva destruição, com repasse dos encargos ao arrematante. Desde a sua regulamentação, diz a Receita, já foram realizados 33 leilões desse tipo, gerando uma arrecadação superior a R$ 2,16 milhões.

Aposentados e pensionistas do INSS podem ter o menor reajuste no benefício desde 1995

Terça | 12.12.2017 | 15h00


As quedas nos índices oficiais de inflação este ano jogarão para baixo o reajuste anual — a partir de 1º de janeiro de 2018 — dos segurados do INSS que ganham acima de um salário mínimo. Com isso, esses aposentados e pensionistas deverão ter a menor correção desde a implantação do Plano Real (1994). Isso porque, o indicador oficial usado para corrigir os benefícios — o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) — acumulou em 12 meses, até novembro, alta de apenas 1,95%. A variação do custo de vida de dezembro ainda não saiu, mas a expectativa é que não haja grande alteração. Portanto, o aumento anual deverá ficar mesmo em torno de 2%. Este ano, por exemplo, o governo concedeu aos aposentados que ganham acima do mínimo um reajuste de 6,58%, equivalente ao INPC acumulado até dezembro de 2016, sem ganho real (acima da inflação). Em tese, considerando o INPC até novembro (1,95%), o teto do INSS (de R$ 5.531,31) passaria para R$ 5.638,85, por exemplo. Antes, com a projeção do governo de que a inflação de 2018 seria de 3,1%, esse valor máximo poderia chegar a R$ 5.702,78. Segundo a série histórica dos reajustes concedidos aos aposentados e pensionistas que ganham mais, desde que o Real passou a moeda oficial do país, o menor reajuste aplicado foi de 3,30 %, em abril de 2007. No caso dos mais de 22 milhões de segurados do INSS que ganham apenas um salário mínimo, a regra é diferente. O aumento dos benefícios dependerá da correção do piso nacional (pois ninguém pode ganhar menos). No Orçamento de 2018, o governo prevê que o mínimo vai subir de R$ 937 para R$ 965. Inicialmente, as projeções de inflação eram maiores e indicavam que passaria a R$ 979. Mas, com as constantes quedas na inflação, o valor foi revisto para baixo. E, segundo especialistas, pode cair mais (R$ 958). Em 2016, o reajuste dos benefícios mais altos foi de 11,28%. Os que ganham apenas um mínimo levaram 11,68%.

Petrobras elevará preços do diesel em 1,8% e os da gasolina em 1,4% a partir de terça-feira

Segunda | 11.12.2017 | 12h10


A Petrobras elevará os preços do diesel em 1,8 por cento e os da gasolina em 1,4 por cento nas refinarias a partir de terça-feira (12), segundo comunicado publicado pela estatal em seu site nesta segunda-feira (11). Os reajustes fazem parte da nova sistemática de formação de preços da companhia, em vigor desde julho e que prevê alterações quase que diárias para as cotações dos combustíveis.

Inflação de 2017 deve ficar abaixo do esperado pelo Banco Central

Domingo | 10.12.2017 | 13h00


Dados do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em novembro mostram que os preços medidos pelo índice apontaram crescimento de 0,28% e, influenciados pela deflação de alimentos, ficaram abaixo do esperado pelo mercado, segundo dados do Intituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (8). A expectativa era de que, ajudado por alimentos, o IPCA ficasse abaixo da alta de 0,42% registrada no mês de outubro, mas a intensidade da desaceleração surpreendeu especialistas. Em 12 meses, a elevação foi de 2,8%. Economistas passaram a acreditar em um cenário de inflação inferior a 3% em 2017, piso estipulado pelo Banco Central.

Exportações baianas crescem graças a soja, algodão e frutas

Domingo | 10.12.2017 | 11h00


Seguindo uma tendência nacional, o agronegócio, que colabora com 23% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, impulsionou a alta nas exportações da Bahia em novembro, tendo alta de 34,4% em relação ao mesmo mês de 2016. As exportações baianas atingiram US$ 675,3 milhões em novembro, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). O aumento das exportações em novembro foi puxado pelas vendas de produtos básicos, com alta de 114% em relação ao ano passado, de acordo com a SEI. O destaque maior vai para o comércio de soja, algodão, frutas e minerais. A soja, que em 2017 teve a maior safra da história, com colheita de 2,5 milhões de toneladas de grãos, teve alta de 215,5% em relação a novembro de 2016.

Preço da gasolina tem leve alta na semana, no 8º aumento seguido, diz ANP

Domingo | 10.12.2017 | 09h00
Autor: G1


Os preços da gasolina para o consumidor se mantiveram praticamente estáveis nesta semana, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (8) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Em média, o valor por litro ficou em 4,052, uma alta de 0,02% na comparação com a semana passada. Foi o oitavo aumento semanal seguido. O leve aumento acontece em um período em que a Petrobras reduziu em 1,6% o preço da gasolina nas refinarias. A variação faz parte da política de preços da Petrobras que reajusta os preços quase diariamente, com o objetivo de acompanhar as cotações no mercado internacionais. O repasse ou não para o consumidor final depende dos postos. Já o preço médio do diesel terminou a semana em queda, passando para R$ 3,303 por litro – uma redução de 1% na comparação semanal. No mesmo período, a Petrobras reduziu o preço do combustível nas refinarias em mais de 8%. O etanol se manteve no mesmo preço da semana passada, vendido ao consumidor final por R$ 3,827 o litro, em média.

Inflação em Salvador tem a maior queda do país no mês de novembro, aponta IBGE

Sábado | 09.12.2017 | 18h00


Queda no preço da farinha de mandioca contribuiu para a queda da inflação em Salvador (Foto: Valéria Oliveira/G1)

Salvador teve a maior queda na inflação do país neste mês de novembro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial no Brasil, caiu 0,26% neste mês, na capital baiana. A inflação nacional acumula avanço de 2,5% no ano, considerado o mais baixo desde 1998. De acordo com o IBGE, a queda em Salvador foi impulsionada principalmente pela redução no preço da farinha de mandioca (-12,24%) e do feijão carioca (-25,37%). A segunda maior queda na inflação do país, neste mês de novembro, ficou com Fortaleza. A capital cearense teve decréscimo de 0,16% no IPCA. Já Goiânia foi a capital que registrou a maior alta da inflação neste mês, com acréscimo de 0,96%, seguida de São Paulo, cujo IPCA subiu 0,56%.

Vinculado ao preço internacional, gás de cozinha fica 68% mais caro

Sábado | 09.12.2017 | 16h00
Autor: G1


De junho para cá, o preço do gás de cozinha ficou 68% mais caro com reajustes vinculados ao preço do gás no mercado internacional. Agora a Petrobras vai rever essa regra de correção. O descontão vale a viagem. Para quem vai buscar na porta de um depósito, o botijão de gás de R$ 68 sai por R$ 55,90. Em tempos de alta no preço, promoção é bom negócio para os dois lados. “A gente teve que perder um pouco do nosso lucro para poder atrair esses clientes novamente”, contou o revendedor de gás Wallace de Abreu. Nos últimos seis meses, a Petrobras aumentou o preço do gás de cozinha cobrado das distribuidoras em 68%. O gás ficou tão caro que já mudou até o jeito de cozinhar. No restaurante da dona Emília, o cardápio teve que ser adaptado. Desde que o preço do gás de cozinha disparou, a dona Emília parou de usar o forno. Agora tudo é preparado na boca do fogão para ficar pronto mais rápido. Assim ela usa o gás por menos tempo. E a dona Emília, que é cozinheira de mão cheia, garante: sai mais em conta, mas no sabor não tem economia não. “Se eu usar o forno diariamente, o botijão de gás dura dois dias. E sem o forno dura uma semana”, explica Maria Emília de Souza. A carne assada do cardápio foi na panela. Até a receita do pudim, que era feito no forno, mudou: “A receita é a mesma. Só muda o modo de fazer. Que a gente faz na panela com água, tampada, em cima.” Esses aumentos aconteceram porque o preço do gás de cozinha no Brasil é baseado no mercado internacional, e como os preços lá fora estão oscilando muito, a variação chega até as cozinhas brasileiras. O aumento desta semana foi o último com base nessas regras. A Petrobras decidiu mudar a metodologia para aliviar o bolso do consumidor, mas ainda não divulgou como será o novo cálculo. Enquanto isso, o brasileiro se vira. Na casa de Maria do Socorro, no lugar do gás, lenha. Para cozinhar, ela manda brasa. Lá, ultimamente comida só assim, à moda antiga.“Dá para economizar bastante na lenha. É mais gostosa e mais barata, isso é verdade”, disse.

Inflação no ano é de 2,5%, o menor resultado acumulado desde 1998

Sexta | 08.12.2017 | 18h00


A inflação - medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) - voltou a desacelerar, fechando novembro em 0,28%, resultado 0,14 ponto percentual abaixo do 0,42% registrado em outubro.  Com isso, no acumulado - janeiro a novembro - a inflação chegou a 2,5%, o menor resultado acumulado nos primeiros 11 meses desde 1998, quando a taxa ficou em 1,32%.  É também um resultado bem abaixo dos 5,97% em igual período do ano passado. Os dados do IPCA – a inflação oficial do país – foram divulgados hoje (8), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Assim, a inflação acumulada de janeiro a novembro ficou em 2,5%. Já o resultado acumulado nos últimos 12 meses ficou em 2,8%, superando os 2,7% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em novembro do ano passado, o IPCA foi de 0,18%.

Brumado: Projeto de lei nº 047/2017 é aprovado e Prefeito, Vice e Vereadores receberão 13° salário e férias

Sexta | 08.12.2017 | 10h00
Autor: Barra Urgente


Foto: Barra Urgente

Assim como em outras cidades do Brasil, um projeto de lei, que autoriza o pagamento de férias e décimo terceiro a Prefeito, vice e vereadores, foi aprovado pela Câmara Municipal de Brumado nesta sexta-feira (08), por 11 votos a favor e dois contra. O projeto é de autoria do poder executivo. Mesmo em um período de crise econômica e controle dos gastos públicos o projeto foi aprovado e os agentes políticos passaram a receber os benefícios. Vale lembrar que em Brumado, no exercício de 2017 o prefeito municipal de Brumado recebe um salário de R$20 mil, o vice-prefeito recebe R$10 mil e os vereadores recebem R$8 mil cada um.